Apresentação

O Movimento Nacional pela Legalização das Drogas (MNLD) é um movimento social brasileiro que luta pela substituição da fracassada política de proibição das drogas por uma nova abordagem que promova o controle das drogas através da regulamentação da sua produção, comercialização e uso. Para tal, entendemos que o primeiro passo é convencer a sociedade que a nossa posição é a correta, através de debates e manifestações.

Para saber um pouco mais sobre o que pensamos, leia o nosso manifesto em “Documentos” e nossas metas para 2007.

Importante: não pregamos a apologia às drogas e nem defendemos a desobediência civil como forma de legalizá-las. Não traga, muito menos consuma, drogas ilegais nas nossas atividades. Gratos.

10 Comments:

At 7:14 PM, Blogger daniel said...

É o exemplo de quando o combate a um problema se torna um mal maior que o próprio problema.

 
At 10:02 PM, Blogger Jorge Cordeiro said...

Muito bom o movimento, mas acho que vcs se equivocam ao não defender a desobediência civil. Se bem aplicada e organizada, ela é uma arma fundamental para lutar contra a opressão do estado e do mundo corporativo.

ver mais sobre desobediência civil em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desobedi%C3%AAncia_civil

abraços e boa sorte!

 
At 12:56 PM, Blogger gabriela said...

olá
eu andei lendo comentários de pessoas que apoiam
e acho que seria uma opção legal.em relação a drogas leves como maconha
mas em relação a violencia,confesso que tenho um pouco de medo o trafico não iria pra outros setores da criminalidade como sequestro?

 
At 10:50 AM, Blogger favelado said...

Minha cara Gabriela entendo sua preocupação. Mas a questão dada é a seguinte: O tráfico de drogas enquanto ação comercial é feita na ilegalidade portanto vale a lei do mais forte. E se armam para manter o comércio sob seu domínio. E enquanto a sociedade não buscar pra toda a ela a resolução do problemas decorridos da injustiça social (entre eles a violência) que sofrerá é a Favela pois esta já vive a bárbarie.

 
At 2:13 PM, Blogger Rafa Rangel said...

Vira e mexe, seja lendo um jornal ou numa roda de amigos, quando o assunto é a violência ligada ao tráfico de drogas, logo aparece a opção da legalização das drogas, como ponto cabal para diminuição da violência. – Legalizando as drogas, o poder de venda seria tirada das mãos do tráfico e passaria para mãos de empresas, e ainda o Estado ganharia com os impostos. Dizem os que vêem pelo lado econômico. – Com a liberação das drogas, o uso vai diminuir o fascínio dos jovens e o uso vai ser menos atrativo. Dizem os que vêem pelo lado social-psicológico do assunto.Bem, após ler mais sobre o assunto, fixei ainda mais minha opinião, e como demonstrei previamente no tema, solução com liberação é UTOPIA. É didático que eu me refira a alguns preceitos da Lei Maior que rege a nossa sociedade nesse país.Entre outros princípios Constitucionais, um princípio que rege o Sistema Tributário Nacional, o principio da seletividade do Imposto sobre Produtos Industrializados, como rege o art.153,§3°,II, que o IPI será obrigatoriamente seletivo, o que isso significa, que o imposto cobrado sobre cerveja, cachaça, cigarro, maquiagem e outro tem que ser mais pesados do que o impostos cobrados sobre produtos essenciais como arroz, farinha, feijão e outros, e a normalidade do processo é para assegurar uma sociedade com menos vícios, o governo cobra impostos com alíquotas chamadas proibitivas, para desestimular o uso, um exemplo clássico é o do cigarro que chega a pagar alíquotas de mais de 300% sobre o custo,de modo a inibir o uso. Voltando ao tema, fico imaginando, qual seria a alíquota para comercialização da maconha? E da cocaína que o uso exagerado pode levar a pessoa a morte uma única utilização? Se é pra proteger a sociedade de substâncias viciantes, a alíquota estaria então com algum número na casa dos quatro dígitos. Isso sem falar de outras drogas...Agora sim, a aplicação prática. Uma possível liberação, os entorpecentes seriam produzidos em fabricas legalizadas, com pontos de vendas autorizados (em shoppings, bares, farmácias e restaurantes...) o Estado arrecadaria bastante, os ricos utilizariam drogas sem maiores problemas, pois poderiam sustentar o vício de pagar por uma carreira de cocaína talvez R$80,00, R$90,00 (não se esqueçam dos impostos), andariam com suas notas fiscais e receitas médicas autorizando o transporte e o uso. Seria lindo, o fim da “duras policiais” o uso liberado, tudo lindo, se não fosse o provável aumento vertiginoso do consumo, e pelo fato de que a classe média e a classe baixa continuariam a ser os maiores compradores de drogas dos traficantes. O uso de entorpecentes tributável, tornaria o uso impraticável para 90% dos usuários, e quem iria fornecer para esse nicho consumidor carente, os traficantes de drogas é lógico; mas agora com outro enfoque, nada de policia subindo o morro com Caveirão, nem tiroteio a qualquer hora do dia. A responsabilidade agora seria da Receita Federal e não mais das polícias, afinal que seria o crime por vendas drogas? Somente o da sonegação, sendo competência da Receita dos entes, fiscalizar o comercio e fechar os estabelecimentos irregulares. Imagina, se nem a polícia com armamento militar consegue fechar esses estabelecimentos, imagino uma operação da Receita para fazê-lo. Seria até cômico, se não fosse trágico.Em relação ao lado sócio-psicológico da questão, eu me pergunto, existem mais jovens usuários de bebidas alcoólicas ou de cocaína? de cigarro ou de maconha? Acho que não há discordância que há muito mais usuários de drogas lícitas do que ilícitas. O fato de ser ilícito, inibe e constrange a maioria das pessoas e é pensando na maioria que sempre são feitas os regulamentos para a sociedade, a legalização é um retrocesso a política vital do Estado de promover uma sociedade mais justa e sadia e o combate as drogas é uma guerra sem fim, como se fosse entre o bem e o mal (sendo simplista), mas o posicionamento das pessoas nessa guerra deve ser sempre, pela vitória de um bem maior e não de uma omissão maior.A legalização diminuirá constrangimentos, aumentará o consumo e atará as mãos do Estado, não vejo beleza em ser vanguarda rumo a uma direção para um caminho que leve a destruição da sociedade, sociedade que se posicionou de forma inteligente para inibição da propaganda do uso do cigarro, que sabe um dia para a mesma visão em relação a bebida alcoólica, não pode retroceder liberando o uso de entorpecentes ilegais, a liberação seria uma vitória para os traficantes e talvez para alguns usuários e comerciantes mas seria de fato uma derrota, sem precedentes para toda sociedade.

 
At 11:04 AM, Blogger Ao lado de um Bipo said...

Sou a favor de usar o termo "Regulamentação" ao invés de "legalização".

Por que? A maconha já é legalizada, só que vendida pelas pessoas erradas, queremos que ela seja vendida pela pessoas certas.

 
At 9:15 PM, Blogger Sejkfoo said...

Esta gente a favor da legalização das drogas das duas uma: ou nasceu com um nº muito reduzido de neurónios ou já os destruiu (com o consumo excessivo de drogas)...

A legalização das drogas seria uma estupidez!!

Eu, como promissor político corrupto, traficante sexual e pedófilo (patologia que não consigo controlar), tenho naturalmente todo o interesse que o sistema de justiça continue a ser sobrecarregado devido ao combate ao tráfico de droga... afinal tenho tanto direito de passear livremente pelas ruas como qualquer pessoa, ou não? (Quem nunca pecou que atire a primeira pedra)
E, como nós só somos felizes quando os que estão à nossa volta também o são... como estou à vossa volta e estou feliz você também sente o mesmo ;)

 
At 9:02 AM, Blogger Erico Novais Neto said...

érico novais neto
Eu sou a favor da legalização das drogas

 
At 9:03 AM, Blogger Erico Novais Neto said...

Eu sou a favor da legalização das drogas

 
At 8:40 AM, Blogger Unknown said...

Tendo em vista a tendência mundial de descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, a análise do STF sobre o assunto e a aguda necessidade de arrecadação fiscal, acho que seria uma boa oportunidade para propor a reflexão e o debate sobre a legalização das drogas e consequente cobrança de impostos sobre a comercialização das drogas hoje ilícitas.

 

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